O QUEBRA-CABEÇA (DA HISTÓRIA) DO REGGAE.


A vida das pessoas não é linear... Quando juntas, a vida das pessoas faz a história... Por isso, a história tabém não é linear.
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A vida é uma seqüência de decisões, pessoais ou coletivas. Algumas decisões que influenciam nossas vidas são tomadas sem que estejamos presente, sem que tenhamos dado a nossa opinião.
Seguidas as orientações, percorrido os caminhos, só então podemos conhecer as conseqüências de tais atos.
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Estas coisas aconteceram com a vida das pessoas que fizeram e fazem a história do reggae em Belém e no Pará.
Alguns destes personagens continuam entre nós...
Penso ser importante juntar estes “pedaços” para alcançarmos a visão do “todo”.
Lembranças de fatos e de fotos vão ajudar bastante.
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A criação deste espaço é um convite ao compartilhamento do que “temos e do que sabemos”.
Quem ganhará com isto?
Minha resposta é: todas as pessoas interessadas em conhecer a “verdade”. A verdade que pode ser construída a partir da solidariedade de informações. Ganham todas as pessoas que já estão no reggae e as que estão chegando.

Vida longa ao reggae. JAH LIVES!

Alberdan Batista

quinta-feira, 5 de julho de 2007

SOBRE MÚSICA

OPINIÃO DE NARA

Texto extraído do LP “Opinião de Nara”, da cantora Nara Leão, com as músicas do Show Opinião, com letras e músicas de Zé Kéti, João do Vale e Sérgio Ricardo.

Este disco nasceu de uma descoberta, importante para mim: a de que a canção popular pode dar as pessoas algo mais que distração e o deleite. A canção popular pode ajudá-las a compreender melhor o mundo onde vivem e se identificarem num nível mais alto de compreensão.
A música popular é um dos mais amplos modos de comunicação que o próprio povo criou, para que as pessoas contassem umas as outras, cantando, sua experiências, suas alegrias e tristezas.
É fato que na maioria dos casos, esses sentimentos se referem a situações individuais, a que os compositores conseguem dar amplitudes. Mas existem outros problemas, outras tristezas e outras alegrias, não menos profundas e não menos ligadas a vida de todos os dias. E os compositores como João do Vale, Zé Kéti ou Sérgio Ricardo, entre outros, falam dessas coisas. Eles revelam que além do amor e da saudade pode o samba cantar a solidariedade, à vontade de uma vida nova, a paz e a liberdade. E quem sabe se, cantando essas canções, talvez possamos tornar mais vivos na alma do povo, idéias e sentimentos que os ajudem a encontrar, na dura vida, o seu caminho.