O QUEBRA-CABEÇA (DA HISTÓRIA) DO REGGAE.


A vida das pessoas não é linear... Quando juntas, a vida das pessoas faz a história... Por isso, a história tabém não é linear.
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A vida é uma seqüência de decisões, pessoais ou coletivas. Algumas decisões que influenciam nossas vidas são tomadas sem que estejamos presente, sem que tenhamos dado a nossa opinião.
Seguidas as orientações, percorrido os caminhos, só então podemos conhecer as conseqüências de tais atos.
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Estas coisas aconteceram com a vida das pessoas que fizeram e fazem a história do reggae em Belém e no Pará.
Alguns destes personagens continuam entre nós...
Penso ser importante juntar estes “pedaços” para alcançarmos a visão do “todo”.
Lembranças de fatos e de fotos vão ajudar bastante.
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A criação deste espaço é um convite ao compartilhamento do que “temos e do que sabemos”.
Quem ganhará com isto?
Minha resposta é: todas as pessoas interessadas em conhecer a “verdade”. A verdade que pode ser construída a partir da solidariedade de informações. Ganham todas as pessoas que já estão no reggae e as que estão chegando.

Vida longa ao reggae. JAH LIVES!

Alberdan Batista

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

SOBRE O REGGAE EM BELÉM (uma opinião).


Em Belém, a maneira como as pessoas se relacionam com o reggae depende da quantidade e da qualidade das informações que chegam até elas.

Depende também do nível de interesse em buscar estas informações.

Depende ainda do que elas acreditam e buscam na vida.

Estas e outras razões é que faz com as pessoas que moram nesta cidade tenham uma opinião tão diversificada sobre o assunto.

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Para muitos o reggae é só uma música, como muitas outras músicas, ou ainda “só mais uma música”.

Para outros é uma música que se dança, como as outras danças, que tem ritmo e sensualidade.

Há ainda os que somam a música e dança, um estilo de se vestir, como uma afirmação pelo gosto despojado.

Para mim reggae pode ser tudo isso, mas é muito mais.

Para mim os elementos que compõem a cultura reggae, podem ser manifestos numa atitude diante da vida, que expressem um comportamento social e que orientam a caminhada do dia-a-dia.

Penso que para se chegar a isso é preciso perceber o reggae como uma filosofia de vida, que busca conhecer o passado, compreender o presente e agir para influenciar o futuro.

Isso pode se tornar uma atividade prazerosa, se buscado coletivamente.

Penso que os movimentos culturais podem aproximar aqueles que estão nessa busca.

Alberdan Batista